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sábado, 14 de novembro de 2009

Dane-se

Claro que é piegas, mas têm umas coisas que fazem com que a gente releve todas as outras. Dessas que fazem com que a gente mergulhe de cabeça no clichê para rir de tudo.
Um depoimento, um sorriso e uma cigarra (sim, uma cigarra) fizeram com que eu desse de ombros para uma semana de desespero absoluto.
Eficácia horizontal dos direitos fundamentais, pilhas de roupas sujas, ônibus tomados em vão, computadores inúteis que não salvam coisas, chuva, chuva, chuva, um extrato bancário nem sempre agradável, estágio sem internet, remédios para dor, estantes de livros por arrumar, meia hora de choro e ranger de dentes antes da meia noite, rotinas médicas, a casa esperando por limpeza, o armário da cozinha esvaziando, sombrinha quebrada, haste dos óculos quebrada, unhas quebradas...
Ah, dane-se! A Vanessa da Matta está cantando no som.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Beautiful Day(s)

A última semana foi marcada por uma seqüência de bons dias. Retornei – depois de uma longa temporada – a Valença. Reencontrei amigos, disse algumas boas verdades e por ai vai. Mas, nem tudo são flores. Bons momentos também nos levam a boas reflexões, e nesse ponto as coisas – às vezes – mudam de figura.

Meu fim de semana da alegria começou na quinta. Depois de ir a uma festa – a convite de um amigo – parti para Lapa. Me acabei, ri, sambei,cantei enfim lavei a alma. Cheguei em casa às 4:30 da manhã! Perfeito se não fosse um pequeno detalhe: tinha aula às 7:30 do mesmo dia. Superado isso, fui para Valença, onde tinha minhas dúvidas sobre o que me aguardava lá.

Garanto que a paisagem era bem melhor do que eu tinha imaginado. Encontrei uns amigos que há muito eu não via, e, fui botar o papo em dia – talvez em dia até demais. No meio da noite o primeiro sobressalto. Tentei me manter calma, mas garanto que não tive grande sucesso.

Depois de alguns “aditivos” resolvi – mesmo – qualquer assunto de meias palavras. Fiz com tanto sucesso que perdi a voz. Porém, o fim de semana ainda estava longe de acabar.

Na tarde seguinte, tive um dos melhores encontros da minha vida. Era somente mais um daqueles dias normais, que não prometiam nada. Totalmente despretensioso. Até que comecei a me movimentar e fui encontrar com companheiros de longa data – e põe longa data nisso. Muito bem, começamos em um impasse: Para onde vamos?

Corremos de um lado para outro, até que achamos o “bar” apropriado (?) para situação. Rimos horrores, lembramos de casos do passado – principalmente das 711 e 2011 – contamos as novidades e nos reencontramos no sentido mais visceral da palavra. Foi maravilhoso.

Naquele sábado me lembrei perfeitamente de quem eu era e sou. Depois de um período “esquisito”, essa reunião foi essencial. Precisava daquelas pessoas mais do que eu imaginava. Eles sabem quem eu sou e como sou. Conhecem a minha “trajetória”, palavra forte, mas que tem seu apelo.

Já que esses caras eternizaram uma das minhas tardes, e fizeram o que eu chamo de encontro despretensiosamente perfeito, vou dar nome aos bois. Meu querido Rodrigo – amigo que a vida insiste em nos juntar. Anelise – sempre longe - perto. Monique – a distância mais presente do planeta. Mario – amigo de sempre. Eles são para sempre, mesmo que o mundo me leve a lugares insólitos e diferentes.

P.S.:Não preciso dizer que deixei o blog em total abandono né?! Enfim, tava em época de prova. Também estava numa temporada meio chatinha... Coisas da vida...
Vou tentar voltar a postar com alguma freqüência!Bjks

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Segunda-Feira

As pessoas não costumam gostar de segundas-feiras. Dizem que elas são chatas, cheiram a rotinas repetitivas, são provocativamente ensolaradas quando o fim de semana foi chuvoso, ou nebulosas para sufocar a alegria vinda do domingo ensolarado. Tudo teoria da conspiração.

Eu amo segundas, sabe-se lá o porquê. Elas me passam uma sensação de normalidade e conforto únicas, Tudo chegou no lugar, as pessoas se encontram e relembram o fim de semana, as ruas ficam cheias de gente, tudo parece obedecer àlguma música invisível.

Em compensação, detesto domingos!

(momento boba alegre?Vai saber...)

=)

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Para não esquecer!

Todo mundo têm dias ruins. Hoje é o meu dia “D”! Começou com uma dor de cabeça, e quando eu vi desandou total.

Estava eu aqui curtindo – mentira – a minha tristeza inexplicável, quando tive uma idéia brilhante, ligar para uma das minhas queridas amigas! Ok, no começo a conversa estava normal. Até que ela percebeu que eu estava triste. Acredite foi fácil, mesmo pelo telefone. A razão? Eu estava quieta.

Ao perceber, ela logo começou o interrogatório para saber o motivo. O problema é que não tinha um. Eu estava só insossa mesmo. Depois de muitos chutes, por que não arriscar em namorado?! Só que eu não tenho, e pasmem não estou com vontade de ter nesse momento – só daqui a sete meses, agora nem pensar!

Comecei a ouvir coisas do tipo “você está sentindo falta de um parceiro”! Argumentei que não, tenho outras preocupações no momento, e por ai vai. Obviamente ela não se convenceu. E a partir daí escutei aquele discurso normal da amiga que está namorando para a que está solteira.

No início não vou negar que fiquei meio irritada, mas depois passou. Pelo seguinte – mesmo com todo esse papo – me lembrei que não tenho razão nenhuma para ficar chateada. Sabe por quê? Eu estou solteira!

Sempre me animo com esse argumento. Estar sozinha significa estar completamente livre para se perder – e eu adoro isso. No final a tal conversa saiu melhor que encomenda!

Passei mal de rir da minha idiotice, e me lembrei que tenho motivos suficientes para não ficar triste sequer um minuto! Valeu amiga! Toda vez que eu estiver caidinha, comece a ladainha! Em um segundo eu me alegro!